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Ministérios Pervertidos – Uma Triste Realidade Contemporânea

Ministérios Pervertidos

Reflexões

Ministérios Pervertidos – Uma Triste Realidade Contemporânea

O que será que tem levado muitos líderes de ministérios e obreiros a se desviarem de seu objetivo que um dia, com tanto amor e entusiasmo, se lançaram nas mãos do Senhor para se tornarem homens e mulheres de Deus, consagrados ao santo ministério. Quais tem sido os fatores que tem levado muitos a descaracterizarem o ministério que um dia lhes foi confiado, tornando-se assim o referencial da vergonha e a da miséria de um ministério incompetente?

É triste observar ao nosso redor, dentro do mundo cristão, o número de vocacionados que em determinados momentos de suas vidas se deixaram corromper em seus ministérios por outros interesses que levaram-nos a tomar posturas vergonhosas as mais diversas com o único desejo de fazer prevalecer os seus próprios interesses.

Ministérios Pervertidos

Várias poderiam ser as respostas para tantas indagações sobre a falácia de ministérios que perderam o seu brilho e que agora refletem apenas a carnalidade e a desonestidade de muitos. Creio que o texto de I Samuel 8 serve-nos como uma pequena explicação e nos aponta alguns caminhos que devemos tomar para não nos deixarmos a nos tornar semelhantes aos filhos do profeta Samuel.

De acordo com o texto os filhos de Samuel foram colocados como juízes sobre a nação de Israel devido ao envelhecimento do grande profeta e que em função disso estava debilitado em continuar o seu ministério. Samuel consagra seus filhos no intuito de que eles continuassem a julgar a nação com equidade e justiça diante de Deus. Porém foi justamente o contrário que aconteceu; eles perverteram a sua posição, desonrando assim o nome do Senhor e, como consequência, foram expulsos de sua função.

O texto nos diz que eles não andaram nos caminhos dele. Ou seja, seus filhos, Joel e Abias, fizeram tudo de modo contrário àquilo que o seu pai fizera enquanto julgava a Israel. Foram infiéis aos ensinamentos de seu pai. E é assim que muitos obreiros tem agido ultimamente. Tem deixado a marca da Infidelidade Doutrinária descaracterizar seus próprios ministérios, a ponto de levar muitos a se rebelarem contra os eternos preceitos de Deus.

Por causa dessa infidelidade muitos tem pregado heresias em suas igrejas a fim de apenas satisfazer seus objetivos pessoais e que para tanto não vêem nenhum obstáculo para deturpar os eternos preceitos de Deus enraizados em sua Palavra. Como obreiros precisamos nos manter fiéis aos ensinamentos que recebemos de outros líderes cristãos e não nos lançarmos à uma aventura por uma originalidade estúpida e herética.

Depois o texto nos diz que seus filhos se desviaram após o lucro, recebendo peitas. Ou seja, pelo fato de não quererem continuar a exercer a sua liderança de acordo com aquilo que receberam, eles passaram a usar de sua posição para alcançar os seus desejos financeiros, o que constituiu em vergonha para o povo. Assim, também muitos de nós, obreiros cristãos de hoje em dia, temos nos desviado ante às motivações errôneas para fazer prevalecer os nossos interesses. Muitos tem tido como motivação o dinheiro, o poder, a fama, a vaidade, o status, etc.

Realizar o ministério que foi confiado por Deus a nós baseados em motivações que destoam da real motivação de ser servo constitui-se em pecado e não agrada a Deus. Se desejamos estar na posição de obreiros de Deus, não podemos permitir em momento algum que outras motivações tomem conta de nossos corações para assim então realizarmos a obra que Deus nos confiou.

Ministérios Pervertidos.2

Como consequência de sua infidelidade e de suas motivações erradas, diz-nos o texto que os filhos de Samuel perverteram a justiça. O resultado dessas atitudes se mostrou em ações vergonhosas no exercício da justiça e da equidade entre o povo. Suas atitudes se refletiram em ações perversas e más que fizeram o povo sofrer e o nome do Senhor ser desonrado entre as nações.

Assim também acontece quando nossas atitudes de infidelidade e de motivações não se coadunam com os preceitos de Deus. Somos levados a perverter o caráter santo e consagrado do Ministério que a nós foi confiado. Precisamos honrar e dignificar a obra que a nós foi confiada, por meio de um exercício correto do mesmo. Servir a Deus no Ministério de um modo indigno e vergonhoso é sinônimo de desrespeito para com Deus.

Assim, diante de um quadro tão triste que presenciamos atualmente, no que diz respeito aos inúmeros ministérios fracassados , sejam eles por quais motivos forem; devemos manter firme a herança que a nós foi confiada com total fidelidade, no exercício de um ministério que tenha como motivação básica o servir a Deus e ao próximo, para que assim o nome do Senhor seja exaltado por meio de nós e por meio de nossos ministérios.

Pense nisso!!!

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