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Deixando o Pecado que Tão de Perto nos Rodeia

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Deixando o Pecado que Tão de Perto nos Rodeia

O pecado é como um câncer! Vai nos correndo a cada dia se não lhe colocamos limites e freios em seu processo de destruição da imagem de Deus que está em nós! Sabemos que quando fomos alcançados pela graça de Deus, manifestada em Cristo Jesus, fomos libertos definitivamente da condenação do pecado. Fomos declarados “justos” aos olhos de Deus Pai. Entretanto, sabemos que ainda em nosso corpo a presença do pecado não foi de todo eliminada. Na realidade, quando nos convertemos a Cristo Jesus, passamos a desfrutar da alegria de não mais ter o pecado exercendo seu poder sobre as nossas vidas (Rm 6:14). Porém, sabemos que sua presença ainda está evidente em nossas vidas.

Assim, somos santos que estão lutando contra o pecado, na esperança de mantê-lo sob o jugo de nosso novo homem recriado em Cristo Jesus. Para tanto, faz-se necessário o cultivo constante e permanente de uma “santidade” que preserve a essência plena do que somos agora em Deus.

E é aqui que está o problema de muitos cristãos. A luta e o esforço para se cultivar a santidade e nela permanecer. A cada dia somos bombardeados com as investidas do pecado que tenta de todas as formas nos afastar da presença de Deus para nos levar a trilhar uma rota de individualimos e independência de Deus. O pecado tenta se impor sobre nós através dos seus desejos mais obscuros e nefastos que possamos imaginar.

Todo cristão luta contra esta natureza pecaminosa que ainda permanece na sua vida e que custa a morrer. Na verdade, somente morrerá no dia em que formos glorificados e revestidos de um corpo incontaminável e incorruptível. Porém, enquanto isso não chega, precisamos nos dedicar com todas as forças que temos a “deixar o pecado que tão de perto nos rodeia” e nos impede de prosseguir e de avançar na direção dos propósitos de Deus para nós.

O pecado nos atrapalha e nos impede de alcançar e ser tudo aquilo que Deus desejou para nós. É o nosso primeiro e mais cruel inimigo. Nem mesmo o Diabo tem a capacidade de nos tocar se primeiro não permitirmos que o pecado nos toque primeiro. Pois a ação maligna encontra muito de seu respaldo nas brechas pecaminosas que vamos cedendo em nossas vidas.

A guerra contra o pecado se dá no intímo de cada ser humano. Tal guerra encontra suas fortalezas, armas e munições, naqueles aspectos de nosso caráter decaído que ainda tentam nos dominar e controlar.

Assim, permitir que nossas fraquezas, debilidades, infidelidades e impurezas nos comandem é declarar a falência de nossa trajetória existencial terrena para a qual Deus nos designou a fim de sermos colocados com vencedores.

Enquanto houverem pecados em nossas vidas, pecados esses que provêm da debilidade de nosso homem interior, estaremos impedindo a ação livre e espontânea do Espírito Santo de Deus em nossas vidas; o que muito nos entristecerá, e nos privará de vivermos a herança que nos foi reservada.

Portanto, é preciso deixar o pecado e decidir trilhar o caminho da perfeição santidade para a qual Deus nos designou (Ef 1:4).

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